O Espelho

Você já parou para pensar no que é o espelho? O que ele reflete revela-nos informações sagradas sobre nós mesmos. Infelizmente às vezes o que vemos refletido no espelho não nos agrada, outras nos agradam tanto que queremos olhar várias vezes.

Agora trazendo o espelho para o nosso lado psicológico, podemos afirmar que o exterior atua como um espelho da nossa mente.

Como assim? É no espelho que vemos refletido várias características da nossa própria essência.

Se pararmos para pensar, iremos perceber que isso que nos incomoda tanto no outro, está ligado a uma característica negativa nossa e que ao ver no outro, identificamos e isso nos incomoda. Isso se chama Lei do Espelho.

Esta lei estabelece que de algum modo esse aspecto que nos causa desgosto em determinada pessoa existe também em nosso interior.
Difícil de aceitar.

A lei do espelho se reflete quando afirmamos conhecer muito bem outras pessoas e, na verdade, o que fazemos é projetar sobre elas nossa própria realidade. Quando ocorre essa situação estamos colocando nossa visão projetada de nós mesmos sobre a imagem física da outra pessoa que é captada por nossos sentidos.

Refletimos no outro aquilo que não lhes pertence, pois é apenas um reflexo da nossa própria identidade, a qual nos incomoda, os lados obscuros que gostaríamos de mudar e talvez sejam tão difíceis, que sequer conseguimos enxerga-los.

Devemos ficar cientes que não só nós refletimos nos outros, como os outros também refletem em nós qualidades e defeitos. Por conta disso, surgem os mal-entendidos, pois o espelho duplica e reivindica de ambos os lados às qualidades e os defeitos das pessoas.

Uma vez compreendida esta lei, podemos usá-la em nosso favor, observando, além dos defeitos que nos incomodam para corrigi-los, também as qualidades dos outros que possuímos em nós. Assim, neste balanço, podemos descobrir quais são os nossos pontos fortes e fracos para atenuá-los ou aumenta-los.

Sempre recordando a premissa que “observar diz mais sobre o observador do que sobre o que está sendo observado”.

Fonte: A mente é Maravilhosa
Segredos para ser Feliz

Mães Tóxicas

É difícil pensarmos em nossas mães com algumas características ruins, pois na maioria das vezes acreditamos que elas são seres puros, longe de qualquer maldade. Mas a realidade às vezes nos constrange e descobrimos que muitas mães são tóxicas para seus filhos.

E o que seria uma mãe tóxica?

Uma mãe tóxica é uma mãe controladora; usa as comparações e a humilhação pública como método de controle, pois ela também passou por isso. Quando uma mãe tem mais filhos, dependendo da posição ocupada por ela, poderá se identificar com alguns deles, dirigindo suas preferências a ela e menosprezando os outros.

Quando a comparação aparece, não há arma mais injusta e destrutiva que esta, para atacar os filhos.
Uma mãe controladora, não consegue respeitar os limites. Para elas o controle é sinônimo de segurança, algo que faz com que se sintam muito bem.

Outra característica de uma mãe tóxica é a manipulação. Mães que se fazem de vítimas, ou se utilizam de doenças que até tenham, para fazer com que os filhos se sintam culpados e façam suas vontades.

Geralmente essas mães controladoras e manipuladoras, costumam tratar seus filhos, já adultos, como crianças, escolhendo suas roupas, até a forma como o filho deve falar. Essa manipulação se torna mais evidente, quando o filho resolve constituir uma família para si. Aí é onde a manipulação se torna realmente um problema. Pois qualquer escolha do filho será desaprovada por esta mãe.

Às vezes essas mães, possuem uma nítida falta de autoestima e autossuficiência, que veem seus filhos como sua salvação, para isso moldam os filhos à sua maneira.

Projetam em seus filhos, seus próprios sonhos não realizados. Costumam falar muito essa frase: “Quero que você tenha o que eu não tive”. Sem se quer se perguntar se é isso mesmo que o filho deseja. Pensam que assim estão mostrando um amor incondicional, quando na realidade, demonstram um falso amor.

Mas por que algumas mães se tornam tóxicas?

Uma das explicações é que essas mães tenham sido maltratadas na infância e quando crescem tendem a reproduzir esse mesmo comportamento com os filhos. Mesmo que esse comportamento seja inconsciente. Mas elas não agem assim somente por que sofreram na infância e sim muitas vezes por trás desse comportamento se esconde o medo do abandono e da solidão.

No caso dos filhos únicos, ou com alguma doença ou condição de deficiência, a situação se transforma numa eterna chantagem… É um disse me disse de “deixei tudo por você”…, “me sacrifiquei para te criar”, etc…

O problema maior de uma mãe tóxica, é que elas agem acreditando que estão fazendo o bem para o filho. E essa atitude, prejudica no desenvolvimento da criança, pois uma mãe muito protetora não permite que a criança se torne independente e assim não consegue aprender com seus erros.

Como lidar com uma mãe tóxica?

A primeira coisa a ser feita é identificar a toxicidade e quebrar o ciclo. Não é fácil, mas deve se impor nas suas vontades, não permitindo que seja controlado por ela. Ás vezes dizer a verdade pode parecer prejudicial, mas é essencial.
Tente evitar a “vitimização” dela, que às vezes de tão sutil não conseguimos perceber. Elas se mostram como as mais sofredoras, as mais feridas, quando na realidade, o mais ferido é você. Sempre mantenha isso em mente.
Procure sempre um profissional, para auxiliá-lo nesse processo de afastamento. Criando assim uma individualização, cortando o cordão umbilical.

Fonte: A mente é Maravilhosa.

Novembro Azul, ClickPsi apoia esse projeto, previna-se contra o Câncer de Próstata

Novembro Azul é uma campanha de conscientização realizada por diversas entidades no mês de novembro dirigida à sociedade e, em especial, aos homens, para conscientização a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Apesar do apoio de várias entidades não governamentais, o movimento, em especial no seu aspecto relacionado ao câncer de próstata, é repudiado pelo Ministério da Saúde brasileira e pelo Instituto Nacional do Câncer (INCa), devido à ausência de indicações científicas para a realização do rastreio. Outras entidades que se colocam contra esta atividade são a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), o United States Preventive Services Task Force, o Canadian Task Force on Preventive Health Care e o United Kingdom National Screening Comittee.

O movimento surgiu na Austrália, em 2003, chamado Movember aproveitando as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, realizado a 17 de novembro.

No Brasil, o Novembro Azul foi criado pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, com o objetivo de quebrar o preconceito masculino de ir ao médico e, quando necessário, fazer o exame de toque, e obteve ampla divulgação. Em 2014, o Instituto realizou 2.200 ações em todo o Brasil, com a iluminação de pontos turísticos (como Cristo Redentor, Congresso Nacional, Teatro Amazonas, Monumento às Bandeiras), adesão de celebridades (Zico, Emerson Fittipaldi, Rubens Barrichello), ativações em estádios de futebol, corridas de rua e autódromos, além de palestras informativas, intervenções em eventos populares e pedágios nas estradas.

Em vários países, o Movember é mais do que uma simples campanha de conscientização. Há reuniões entre os homens com o cultivo de bigodes (ao estilo Mario Bros), símbolo da campanha, onde são debatidos, além do câncer de próstata, outras doenças como o câncer nos bagos, depressão masculina, cultivo da saúde do homem, entre outros.

 

Fonte: Wikipédia

O que a Psicologia nos fala sobre a Angústia

Provavelmente você já deve ter passado por este estado, que nasce do desânimo, aparentemente normal.

Se o desânimo permanecer por muito tempo a angústia começa a dar sinal. A angústia é uma sensação de inquietação permanente que pode estar aliada à depressão. A angústia gera uma preocupação constante e muitos pensamentos negativos. Uma pessoa angustiada pode sentir, permanentemente, um tipo de má premonição, como se algo de ruim estivesse para acontecer.

Por consequência disso, pode surgir apatia, depressão e levar até a pessoa ao suicídio.

Devemos ficar atentos para o aparecimento e a constância dos seguintes sintomas:

  • Dores de cabeça constantes;
  • Dores nas costas (não relacionada à atividade física);
  • Má digestão (intestino preso ou diarreia) frequente;
  • Insônia;
  • Tremores;
  • Isolamento e falta de Interesse;
  • Sérios problemas motores;
  • Problemas nas articulações;
  • Fibromialgia.

Em geral, as pessoas que experimentam um quadro de angústia profunda, sentem um extremo vazio no peito e não conseguem mais fazer escolhas simples no dia a dia, sentindo-se confusos e incapacitados diante delas. E esse vazio que a angústia causa é que deixam as pessoas completamente paralisadas frente à vida real.

Sua duração dependerá de como a pessoa irá assumir a situação e da prioridade que der aos acontecimentos que viver. A pessoa também pode ter uma predisposição a permanecer angustiada. E para sair dessa situação a pessoa precisa querer e estar disposto, pois requer que ela expresse tudo o que sente e o que está passando pela sua vida e o que levou a ficar nesse estado. Pois na angustia, a pessoa sente remorso por algo que aconteceu ou mesmo uma agonia, uma inquietação sem motivo aparente, algo como um sentimento de que algo ruim pode acontecer a qualquer momento, indefinidamente.

O tratamento é muito importante quando a pessoa não consegue mais lidar com essa situação. E na maioria das vezes é feito em conjunto com o psicólogo e psiquiatra, pois a terapia será complementada com medicação, caso seja necessário.

Então sempre que algo estiver te incomodando, por menor que seja, procure um profissional para conversar e te auxiliar.

Você está sendo uma pessoa toxica?

Você já se perguntou se você é uma pessoa tóxica? Esse tipo de pessoa encontra-se em todos os lugares, todos os dias.

São pessoas capazes de “sugar” sua energia, levando a exposições constantes de negativismo, te deixando confuso, física e mentalmente debilitado, podendo muitas vezes resultar em depressão e ansiedade.

Geralmente são pessoas frustradas e não sabendo lidar com essa frustração, projetam a negatividade em pessoas que estão em sua volta (leia aqui outro tópico sobre A Química do Pensamento Negativo), ou seja, em vez de se apropriar de seus sentimentos, eles são mais propensos a culpá-lo como fonte. Isso pode ser tão simples como “Você está com um mau humor o dia todo”, ou “A sua atitude está realmente me derrubando”.

Lembre-se, essa manipulação psicológica não tem nada a ver com você. É tudo sobre eles. Sempre foi e continuará sendo.

De acordo com a matéria de Março/2017 da revista eletrônica Psiconlinebrasil, existem 8 passos para identificarmos pessoas tóxicas. Estes passos podem ser verificados a seguir.

  1. As que estão sempre criticando:

    Por alguma razão, muitas das pessoas tóxicas veem vantagem ao criticar a vida dos outros. Geralmente essas pessoas têm uma baixa autoestima, uma visão distorcida de si mesmas e uma forte necessidade de se sentirem superiores.

    É claro que todo mundo precisa de alguém que de vez em quando lhe diga aquilo que ”precisamos ouvir”, pois precisamos de críticas construtivas em nossas vidas, mas as críticas tóxicas fazem exatamente o oposto e nunca devem ser toleradas. Portanto, não tolere esse tipo de comportamento.

  2. As que só nos fazem perder tempo:

    Pessoas tóxicas muitas vezes mendigam atenção em todos os lugares que vão, e isso pode tomar uma boa parte do nosso tempo. Elas desperdiçam o nosso tempo enquanto temos várias outras coisas para fazer, muitas vezes estão cientes disso e mesmo assim continuam com a conversa fiada.

    Por isso é necessário que estabeleçamos limites para esse tipo de pessoa, caso contrário entraremos em uma armadilha difícil de escapar, porque sempre quando essa pessoa avistá-lo, vai querer tirar um pouco (ou muito) do seu tempo.

  3. As que só trazem decepções:

    Como criaturas falíveis, todos nós em algum momento de nossas vidas iremos falhar e decepcionar alguém, talvez isso ocorra mais de uma vez – e está tudo bem, a menos que isso se torne um hábito ou um comportamento tóxico.

    Se alguém em sua vida estiver nesse ciclo doloroso, então é hora de fazer uma dessas duas coisas:

    1. Conversar com ela e dizer que não vai mais tolerar esse tipo de comportamento;
    2. Se afastar dessa pessoa para sempre.

  4. As egocêntricas:

    Muitas pessoas tóxicas têm uma inclinação para egocentrismo. Tudo parece girar em torno delas e isso nunca para. A maioria delas está sempre tentando opinar sobre os seus relacionamentos, escolhas, decisões, etc.

    O melhor que podemos fazer nesse caso é se afastar deste tipo de pessoa, uma vez que elas dificilmente mudarão de comportamento.

  5. As que são indiferentes a tudo:

    O quinto tipo de perfil tóxico se refere àquele tipo de pessoa que, independentemente da clara atitude de indiferença que ela manifesta por nós, ainda assim permitimos que ela permaneça em nossas vidas.

    Nesse caso precisamos reconhecer que nem todas as pessoas que amamos/gostamos irão gostar de nós também, e que é um erro continuar alimentando um relacionamento que não é recíproco. “O tempo cura todas as feridas” é um axioma que certamente se aplica neste caso.

    Você não pode forçar outra pessoa a se importar com você. Talvez a melhor opção seja deixá-la partir.

  6. As que são extremamente invejosas:

    Não há mal algum sentir um pouco de inveja de vez em quando, no entanto, quando alguém está sempre dominado por este sentimento, fica difícil manter um relacionamento. Esse tipo de pessoa quase nunca é grata pelo que tem na vida e deixa isso bem claro para todo mundo. Ela fala mal e sente inveja de qualquer pessoa que seja bem sucedida.Se você se tornar bem sucedido em algo, ela imediatamente irá se voltar contra você. Obviamente que o comportamento desta pessoa é tóxico e seria bom que você tire um tempinho para reconsiderar o seu relacionamento com ela.

  7. As que são negativas com tudo:

    O subtítulo já é autoexplicativo. Esse é o tipo de pessoa que sempre está chateada com algo ou alguém. Ela se demonstra negativa até com relação a situações que são completamente inofensivas.

    Quando estamos perto delas ficamos muito mais propensos a desenvolver um estado de espírito negativo, a energia delas é tão potente e permanente que afeta todos ao seu redor.

    É preciso que você saia da presença dessa pessoa ou que pelo menos evite ter contato com ela.

  8. As vitimistas:

    Elas se recusam assumir a responsabilidade por aquilo que fazem, são pessoas rancorosas que estão sempre discutindo. Transferem a culpa para outras pessoas e têm a mentalidade e comportamento de uma vítima, quando na verdade só estão fazendo o papel de vítima, isso não é apenas o indicador de uma pessoa infantil, mas também é sinal de uma pessoa tóxica.

    Ninguém quer estar perto de alguém que se recusa assumir a responsabilidade por si mesmo.

Daí você deve estar se perguntando… Como assim eu sou uma pessoa tóxica? A minha companhia não é boa? Em certos momentos da nossa vida nos deixamos levar pelas coisas negativas que está a acontecer-nos e passamos a viver vinte quatro horas com essa energia negativa. Sem que nos apercebamos já estamos a passar essa energia para as pessoas que nos rodeiam, deixamos de ser quem éramos e passamos a nos queixar mais. Calma! Isso tem cura.

Basta que você reconheça e queira mudar. Mudar a visão, o foco, ter outro olhar sobre a vida e sobre as pessoas ao seu redor, assumir que você também erra e não somente as pessoas e que todos somos falhos, mas que podemos nos reerguer e seguir em frente, perdoar e se sentir perdoado. Guardar mágoas e rancor, sempre será um peso para nossas vidas e isso apenas nos fará mal. Tente fazer um exercício de relaxamento, meditação, yoga. E sempre que possível fazer uma psicoterapia para trabalhar as questões de negatividade em sua vida.

 

 

DRUNKOREXIA!? O que a psicologia pode nos ensinar sobre esse transtorno!

Já abordamos aqui no site o problema dos Transtornos Alimentares, mas vale a pena salientar um transtorno que é bem parecido com a Anorexia. O que vai diferenciar esses dois transtornos será a motivação.

Na Anorexia o dilema enfrentado é a obsessão por emagrecer, enquanto que na Drunkorexia, percebemos também uma relação com o corpo, mas o foco principal é o prazer que o álcool proporciona.

Hoje em dia está se tornando comum, várias jovens com garrafas de bebidas na mão, fazendo o uso da mesma e achando que isso demonstra liberdade. Existindo uma preocupação em passar uma imagem de independência.

Devido a essa “epidemia” entre os jovens um novo transtorno vem surgindo à tona, a Drunkorexia. Mas o que seria a Drunkorexia?

DRUNK = Embriagada, Bêbado (inglês), e ANOREXIA = Transtorno Alimentar

Ou seja, para ser socialmente aceito, os jovens estão se utilizando de bebidas alcoólicas. Só que aqueles que sofrem de Drunkorexia, costumam beber antes de comer para relaxar ou fazem para baixar a ansiedade de terem tido a “ousadia” de ter comido alguma coisa. Enquanto outros bebem para despistar a fome.

No caso o álcool se torna substituto alimentar “para não engordar, eu bebo”.

O fato é que as bebidas alcoólicas funcionam como uma anestesia para as emoções ruins, principalmente em relação às frustrações com o próprio corpo. Não é qualquer bebida utilizada nesse transtorno, geralmente elas dão preferência aos destilados como vinho, vodca, uísque, etc., pois a cerveja causa a famosa barriguinha e é justamente o oposto que estão procurando.

As principais causas da busca por bebidas são os fatores biopsicossociais. Ou seja, a compulsão pela bebida é o ponto de ligação entre os distúrbios alimentares, nos quais um dos alicerces que reforçam esse problema é a imagem distorcida do corpo, para tentar se enquadrar nos padrões impostos pela sociedade.

Os efeitos que o álcool causa no organismo, dão a falsa sensação de prazer e é isso que estimula os jovens a continuarem buscando essa sensação. Alguns efeitos proporcionados pelo álcool que atraem bastante aos jovens:

  • Sensação de perda de apetite e saciedade;
  • Faz com que a pessoa durma, ao invés de comer;
  • Diminui a ansiedade e dá a sensação de relaxamento;
  • Falsa ideia de diminuir os problemas e as emoções negativas;
  • Ilusão de liberdade e independência.

Estudos do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) indicam que os anoréxicos estariam mais propensos à dependência de álcool, principalmente as mulheres. No caso da drunkorexia, o uso de substâncias como cocaína, crack e anfetaminas também são comuns, pois ajudam a suprir a sensação de fome.

De acordo com o Programa da Mulher Dependente Química (Promud/IPq), 56% das usuárias de álcool ou de drogas que estavam em tratamento tinham algum tipo de transtorno alimentar. Desse percentual, 41% tinham transtorno do comer de modo compulsivo; 30%, bulimia; e 8% eram anoréxicas.

Felizmente essa doença é de fácil descoberta, afinal, a exposição é muito maior, em função da embriaguez que o álcool provoca.

Geralmente o perfil das pessoas que esse transtorno acomete, são mulheres de 25 a 35 anos de idade, que não tinham problemas de peso antes, mas querem se sentir independentes.

O tratamento deve ser feito o mais rápido possível, pois a pessoa vai obtendo a falsa sensação de prazer com a bebida e vai se afundando cada vez mais. O tratamento feito é multidisciplinar, com o acompanhamento de psicólogos, psiquiatras, médicos e nutricionistas.

É provável que a pessoa resista a isso, por não se sentir doente, mas a conversa e a intervenção nesses casos são fundamentais, para salvar a vida da pessoa.

Dicas para conviver com o TDAH

Sabemos que o TDAH, não é um transtorno exclusivo de crianças, ele pode se estender até a vida adulta, caso não seja tratado na infância. E quando acomete os adultos, fica difícil manter uma vida saudável, tanto pessoal, quanto no trabalho e social. As mudanças de comportamento e a dificuldade de seguir regras prejudicam o convívio de adultos com TDAH com outras pessoas. “Eles são normalmente mais mandões e não conseguem cumprir acordos, o que dificulta relacionamentos longos”, diz Evelyn Vinocur. De acordo com a Associação Brasileira de Déficit de Atenção, aproximadamente 25% dos adultos com TDAH podem ter sérios problemas de conduta antissocial. “O convívio com outras pessoas é bastante desgastante para esses pacientes, que costumam se sentir isolados e solitários, abrindo espaço para a depressão”. (Já falamos aqui no site também sobre depressão, clique aqui e veja mais) Por essa razão estabelecemos algumas dicas para auxiliar a minimizar os efeitos do déficit de atenção e hiperatividade. Em primeiro lugar, devem-se criar regras simples e objetivas, pois regras muito extensas faz com que a pessoa que possui TDAH se disperse do foco.

Veja outro artigo em nosso site onde falamos sobre Transtorno de Déficit de Atenção, Hiperatividade e Impulsividade – TDAH

1 – Mantenha seu cérebro organizado

Se você se distrai constantemente com pensamentos persistentes enquanto tenta estudar ou trabalhar, escreva seus objetivos em um papel. Isso vai te ajudar a manter o foco no que você deveria estar fazendo. Não em uma pasta do seu computador, ou em algum lugar da sua agenda. Você precisa mantê-la no seu campo visual todo o tempo para ajudá-lo a manter o foco e realizar as atividades do dia-a-dia.

Para auxiliar na organização, mantenha uma rotina. Alguns procedimentos simples podem ser tomados para diminuir o estresse e as alterações de humor da pessoa com TDAH.

  • Se Movimente – Exercícios são indicados para todos em geral, porém as pessoas que tem TDAH podem se beneficiar ainda mais. Alivia o estresse, melhora o humor, acalma a mente e ainda ajuda a gastar o excesso de energia que as pessoas com TDAH têm.
  • Durma bastante – e durma bem! Poucas horas de sono aumentam os sintomas do TDAH, diminuindo a capacidade de manter o foco durante dia. Para isso, evite tomar cafeína antes de dormir, mantenha uma rotina à noite e evite exercícios por até uma hora antes de ir dormir. Desacelere seu cérebro, prepare um ambiente propício para o sono, coloque uma música calma, e apague as luzes, isso facilita na desaceleração e ajuda a ter uma noite saudável de sono. Um chá calmante antes de dormir, será bem – vindo.
  • Alimentação correta – Comer bem ajuda a diminuir a distração, hiperatividade e os níveis de estresse. Pequenas porções durante o dia, ingerir pouco açúcar, menos carboidrato e mais proteínas podem ajudar a reduzir os sintomas do TDAH.
  • Não deixe nada para depois – Para evitar os “esquecimentos” constantes e desordens comuns em adultos com TDAH, faça o que tiver que ser feito na hora. Evite ao máximo deixa para depois, tarefas como: responder e-mails, organizar a bagunça, retornar uma ligação, preparar uma apresentação. Não podem ser deixados para o dia seguinte.

2 – Aprendendo a administrar o tempo organizando-se

Como os adultos com TDAH tem uma percepção diferenciada do tempo, eles costumam perder prazos, tarefas, horários. Sempre acreditam que ainda tem tempo para realizar as tarefas, enquanto que na verdade não tem.

  • Antecipe-se – Programe-se. Adiante o relógio uns 5 ou 10 minutos. Assim se você se atrasar, ainda terá um tempinho para concluir a tarefa. Use alarmes, e anote seus compromissos com alguns minutos de antecedência. Utilize o computador e celular ao seu favor, colocando dispositivos para lembrar-se de sua tarefa.
  • Defina prioridades – Defina as suas tarefas mais importantes do dia e depois as com menor importância. Procure etiquetar suas coisas, assim a organização fica mais fácil. Crie compartimentos para seus documentos em, isso lembrará você de colocar cada coisa no seu lugar.
  • Evite distrações na sua rotina – Escolha um melhor lugar para realizar suas tarefas, de preferência silencioso e que não possua muitas distrações. Dê preferência a um ambiente longe de janelas ou ruídos. Se você precisa usar o computador na escola ou no trabalho, coloque um dispositivo que bloqueie o acesso aos seus sites favoritos, assim fica mais fácil evitar a distração. Procure manter o seu local de trabalho/estudo organizado e limpo. Caso trabalhe em casa, desligue rádios, celulares e televisores, é muito fácil se distrair com eles.
  • Às vezes dizer não é preciso – A impulsividade no adulto com TDAH pode fazer com que ele aceite executar muitos projetos ou compromissos de uma só vez sem uma avaliação prévia e ponderada das suas capacidades e, consequentemente, não consiga finalizar nenhum. Isto gera sentimentos de frustração, baixa autoestima e incompetência. Não se prejudique.

3 – Não se sabotem

  • Use seu hiper foco ao seu favor – Se você estiver totalmente concentrado e imerso em um projeto, não interrompa o fluxo. Há momentos em que imergir completamente em uma tarefa é um ponto positivo.
  • Surgiu uma ideia – Assim que você tiver uma ideia anote-a. é muito fácil você pensar em outra coisa e a ideia sumir e ser esquecida. Por isso é importante você sempre ter um caderno, ou bloquinho de papel e caneta, para anotar suas ideias.
  • Conte com quem te ama – Amigos e familiares sempre é bom ter por perto, pois eles lembrarão você de fazer suas tarefas. E te apoiaram em suas dificuldades.
  • Presenteie-se – Crie o hábito de todas as vezes que finalizar uma tarefa ou um projeto, premiar-se. Quanto maior o projeto, maior a premiação.

Lembrem-se, essas são algumas dicas para se ter um bom convívio com o transtorno, o que não substitui a psicoterapia e a medicação. Então, procure sempre um psicólogo, ele é o profissional que o ajudará a lidar com os problemas causados no dia – a dia.

Referências:
ABDA – Associação Brasileira de Déficit de Atenção
Supera TDAH

O Suicídio e seus Mitos

O suicídio é cercado de muitas perguntas, mitos e verdades. Diante disso resolvemos citar alguns mitos sobre o suicídio.

  1. Quem quer se matar não avisa. MITO
    O fato é que pessoas que pensam no suicídio, normalmente, comunicam direta ou indiretamente que querem morrer. São dicas muitas vezes sutis, pedidos de socorro que fica nas entrelinhas dos discursos ou atitudes.

  2. Perguntar sobre suicídio pode induzir a pessoa a isso. MITO
    Conversar com a pessoa, não a induzirá ao suicídio, desde que a conversa seja de forma acolhedora e sensata, sem julgamentos ou pré-conceitos.

  3. Devo dizer que tudo vai ficar bem. MITO
    Na realidade, pessoas com ideias suicidas, precisam de um acompanhamento profissional, seja ele de um psicólogo ou psiquiatra, ou muitas vezes em conjunto. Pois a ameaça suicida precisa ser levada a sério.
  4. Só pessoas com distúrbios emocionais cometem suicídio. MITO
    O que leva a pessoa a ter ideias suicidas são inúmeros fatores, não necessariamente um distúrbio emocional. As pessoas que possuem um distúrbio emocional encontram-se no grupo de risco, mas isso não significa que todos que possuem distúrbios emocionais, têm ideias suicidas. Quando a pessoa apresenta esse tipo de pensamento, é porque se encontra em um estado de sofrimento profundo, buscando uma saída para essa dor.

  5. Quando a pessoa fala que não tem mais razão para viver, devo mostrar que tem outras pessoas que sofrem mais que ela. MITO
    O que devemos fazer no primeiro momento é tentar ouvir e acolher a pessoa, demonstrando respeito pelo sofrimento dela, pois fazer comparações muitas vezes não vai ajudar e pode até causar mais angústia. O ouvir sem críticas e julgamento é a melhor coisa a se fazer e se possível encaminhá-la para uma ajuda profissional.

Sendo assim concluímos que, a ameaça de suicídio deve sempre ser levada a sério, pois a pessoa que pensa de maneira drástica e vê a morte como o único recurso está em extremo sofrimento e precisa de ajuda.

Referências: Neris, Angélica –  Psicologia do Brasil.

A Dor e as Emoções – Um olhar da Psicologia

Os padrões emocionais condicionam nossa estrutura

Pescoço: Inflexibilidade, teimosia, não querer ver outros pontos de vista.

Ombros: representam a habilidade para viver nossas experiências de uma maneira feliz. Fazemos da vida uma carga por causa de nossa atitude.

Coluna: representa o suporte da vida.

Superior: falta de apoio.

Média: culpa, ancorado no passado.

Inferior: medo por dinheiro. Falta de suporte material.

Cotovelo: representa a mudança de direção e a aceitação de novas experiências.

Punho: representam o movimento, a tranquilidade e a simplicidade.

Quadris: Medo de ir além das decisões importantes.

Joelho: Teimosia no orgulho e no ego. Medo, inflexibilidade, esgotamento.

Tornozelo: Inflexibilidade e sentimento de culpa. Representam a habilidade para receber prazer.

Joanetes: falta de alegria ao viver as experiências da vida.

Nosso corpo é o reflexo de nossa alma.

Artrite: Ressentimento, crítica, não se sentir amado.

Fraturas: Rebeldia contra a autoridade.

Bursite: Ira reprimida.

Inflamação: medo, pensamentos inflamados, braveza.

Dor nas articulações: representam as mudanças na direção da vida e sua aceitação.

Perda de equilíbrio: pensamentos dispersos, falta de concentração.

Ciática: Medo pelo dinheiro e pelo futuro.

Hérnia de disco: indecisão, sensação de que a vida não nos apoia.

Distensão: resistência às mudanças.

Fraqueza: necessidade de descanso mental