Novembro Azul, ClickPsi apoia esse projeto, previna-se contra o Câncer de Próstata

Novembro Azul é uma campanha de conscientização realizada por diversas entidades no mês de novembro dirigida à sociedade e, em especial, aos homens, para conscientização a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Apesar do apoio de várias entidades não governamentais, o movimento, em especial no seu aspecto relacionado ao câncer de próstata, é repudiado pelo Ministério da Saúde brasileira e pelo Instituto Nacional do Câncer (INCa), devido à ausência de indicações científicas para a realização do rastreio. Outras entidades que se colocam contra esta atividade são a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), o United States Preventive Services Task Force, o Canadian Task Force on Preventive Health Care e o United Kingdom National Screening Comittee.

O movimento surgiu na Austrália, em 2003, chamado Movember aproveitando as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, realizado a 17 de novembro.

No Brasil, o Novembro Azul foi criado pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, com o objetivo de quebrar o preconceito masculino de ir ao médico e, quando necessário, fazer o exame de toque, e obteve ampla divulgação. Em 2014, o Instituto realizou 2.200 ações em todo o Brasil, com a iluminação de pontos turísticos (como Cristo Redentor, Congresso Nacional, Teatro Amazonas, Monumento às Bandeiras), adesão de celebridades (Zico, Emerson Fittipaldi, Rubens Barrichello), ativações em estádios de futebol, corridas de rua e autódromos, além de palestras informativas, intervenções em eventos populares e pedágios nas estradas.

Em vários países, o Movember é mais do que uma simples campanha de conscientização. Há reuniões entre os homens com o cultivo de bigodes (ao estilo Mario Bros), símbolo da campanha, onde são debatidos, além do câncer de próstata, outras doenças como o câncer nos bagos, depressão masculina, cultivo da saúde do homem, entre outros.

 

Fonte: Wikipédia

O que a Psicologia nos fala sobre a Angústia

Provavelmente você já deve ter passado por este estado, que nasce do desânimo, aparentemente normal.

Se o desânimo permanecer por muito tempo a angústia começa a dar sinal. A angústia é uma sensação de inquietação permanente que pode estar aliada à depressão. A angústia gera uma preocupação constante e muitos pensamentos negativos. Uma pessoa angustiada pode sentir, permanentemente, um tipo de má premonição, como se algo de ruim estivesse para acontecer.

Por consequência disso, pode surgir apatia, depressão e levar até a pessoa ao suicídio.

Devemos ficar atentos para o aparecimento e a constância dos seguintes sintomas:

  • Dores de cabeça constantes;
  • Dores nas costas (não relacionada à atividade física);
  • Má digestão (intestino preso ou diarreia) frequente;
  • Insônia;
  • Tremores;
  • Isolamento e falta de Interesse;
  • Sérios problemas motores;
  • Problemas nas articulações;
  • Fibromialgia.

Em geral, as pessoas que experimentam um quadro de angústia profunda, sentem um extremo vazio no peito e não conseguem mais fazer escolhas simples no dia a dia, sentindo-se confusos e incapacitados diante delas. E esse vazio que a angústia causa é que deixam as pessoas completamente paralisadas frente à vida real.

Sua duração dependerá de como a pessoa irá assumir a situação e da prioridade que der aos acontecimentos que viver. A pessoa também pode ter uma predisposição a permanecer angustiada. E para sair dessa situação a pessoa precisa querer e estar disposto, pois requer que ela expresse tudo o que sente e o que está passando pela sua vida e o que levou a ficar nesse estado. Pois na angustia, a pessoa sente remorso por algo que aconteceu ou mesmo uma agonia, uma inquietação sem motivo aparente, algo como um sentimento de que algo ruim pode acontecer a qualquer momento, indefinidamente.

O tratamento é muito importante quando a pessoa não consegue mais lidar com essa situação. E na maioria das vezes é feito em conjunto com o psicólogo e psiquiatra, pois a terapia será complementada com medicação, caso seja necessário.

Então sempre que algo estiver te incomodando, por menor que seja, procure um profissional para conversar e te auxiliar.

Você está sendo uma pessoa toxica?

Você já se perguntou se você é uma pessoa tóxica? Esse tipo de pessoa encontra-se em todos os lugares, todos os dias.

São pessoas capazes de “sugar” sua energia, levando a exposições constantes de negativismo, te deixando confuso, física e mentalmente debilitado, podendo muitas vezes resultar em depressão e ansiedade.

Geralmente são pessoas frustradas e não sabendo lidar com essa frustração, projetam a negatividade em pessoas que estão em sua volta (leia aqui outro tópico sobre A Química do Pensamento Negativo), ou seja, em vez de se apropriar de seus sentimentos, eles são mais propensos a culpá-lo como fonte. Isso pode ser tão simples como “Você está com um mau humor o dia todo”, ou “A sua atitude está realmente me derrubando”.

Lembre-se, essa manipulação psicológica não tem nada a ver com você. É tudo sobre eles. Sempre foi e continuará sendo.

De acordo com a matéria de Março/2017 da revista eletrônica Psiconlinebrasil, existem 8 passos para identificarmos pessoas tóxicas. Estes passos podem ser verificados a seguir.

  1. As que estão sempre criticando:

    Por alguma razão, muitas das pessoas tóxicas veem vantagem ao criticar a vida dos outros. Geralmente essas pessoas têm uma baixa autoestima, uma visão distorcida de si mesmas e uma forte necessidade de se sentirem superiores.

    É claro que todo mundo precisa de alguém que de vez em quando lhe diga aquilo que ”precisamos ouvir”, pois precisamos de críticas construtivas em nossas vidas, mas as críticas tóxicas fazem exatamente o oposto e nunca devem ser toleradas. Portanto, não tolere esse tipo de comportamento.

  2. As que só nos fazem perder tempo:

    Pessoas tóxicas muitas vezes mendigam atenção em todos os lugares que vão, e isso pode tomar uma boa parte do nosso tempo. Elas desperdiçam o nosso tempo enquanto temos várias outras coisas para fazer, muitas vezes estão cientes disso e mesmo assim continuam com a conversa fiada.

    Por isso é necessário que estabeleçamos limites para esse tipo de pessoa, caso contrário entraremos em uma armadilha difícil de escapar, porque sempre quando essa pessoa avistá-lo, vai querer tirar um pouco (ou muito) do seu tempo.

  3. As que só trazem decepções:

    Como criaturas falíveis, todos nós em algum momento de nossas vidas iremos falhar e decepcionar alguém, talvez isso ocorra mais de uma vez – e está tudo bem, a menos que isso se torne um hábito ou um comportamento tóxico.

    Se alguém em sua vida estiver nesse ciclo doloroso, então é hora de fazer uma dessas duas coisas:

    1. Conversar com ela e dizer que não vai mais tolerar esse tipo de comportamento;
    2. Se afastar dessa pessoa para sempre.

  4. As egocêntricas:

    Muitas pessoas tóxicas têm uma inclinação para egocentrismo. Tudo parece girar em torno delas e isso nunca para. A maioria delas está sempre tentando opinar sobre os seus relacionamentos, escolhas, decisões, etc.

    O melhor que podemos fazer nesse caso é se afastar deste tipo de pessoa, uma vez que elas dificilmente mudarão de comportamento.

  5. As que são indiferentes a tudo:

    O quinto tipo de perfil tóxico se refere àquele tipo de pessoa que, independentemente da clara atitude de indiferença que ela manifesta por nós, ainda assim permitimos que ela permaneça em nossas vidas.

    Nesse caso precisamos reconhecer que nem todas as pessoas que amamos/gostamos irão gostar de nós também, e que é um erro continuar alimentando um relacionamento que não é recíproco. “O tempo cura todas as feridas” é um axioma que certamente se aplica neste caso.

    Você não pode forçar outra pessoa a se importar com você. Talvez a melhor opção seja deixá-la partir.

  6. As que são extremamente invejosas:

    Não há mal algum sentir um pouco de inveja de vez em quando, no entanto, quando alguém está sempre dominado por este sentimento, fica difícil manter um relacionamento. Esse tipo de pessoa quase nunca é grata pelo que tem na vida e deixa isso bem claro para todo mundo. Ela fala mal e sente inveja de qualquer pessoa que seja bem sucedida.Se você se tornar bem sucedido em algo, ela imediatamente irá se voltar contra você. Obviamente que o comportamento desta pessoa é tóxico e seria bom que você tire um tempinho para reconsiderar o seu relacionamento com ela.

  7. As que são negativas com tudo:

    O subtítulo já é autoexplicativo. Esse é o tipo de pessoa que sempre está chateada com algo ou alguém. Ela se demonstra negativa até com relação a situações que são completamente inofensivas.

    Quando estamos perto delas ficamos muito mais propensos a desenvolver um estado de espírito negativo, a energia delas é tão potente e permanente que afeta todos ao seu redor.

    É preciso que você saia da presença dessa pessoa ou que pelo menos evite ter contato com ela.

  8. As vitimistas:

    Elas se recusam assumir a responsabilidade por aquilo que fazem, são pessoas rancorosas que estão sempre discutindo. Transferem a culpa para outras pessoas e têm a mentalidade e comportamento de uma vítima, quando na verdade só estão fazendo o papel de vítima, isso não é apenas o indicador de uma pessoa infantil, mas também é sinal de uma pessoa tóxica.

    Ninguém quer estar perto de alguém que se recusa assumir a responsabilidade por si mesmo.

Daí você deve estar se perguntando… Como assim eu sou uma pessoa tóxica? A minha companhia não é boa? Em certos momentos da nossa vida nos deixamos levar pelas coisas negativas que está a acontecer-nos e passamos a viver vinte quatro horas com essa energia negativa. Sem que nos apercebamos já estamos a passar essa energia para as pessoas que nos rodeiam, deixamos de ser quem éramos e passamos a nos queixar mais. Calma! Isso tem cura.

Basta que você reconheça e queira mudar. Mudar a visão, o foco, ter outro olhar sobre a vida e sobre as pessoas ao seu redor, assumir que você também erra e não somente as pessoas e que todos somos falhos, mas que podemos nos reerguer e seguir em frente, perdoar e se sentir perdoado. Guardar mágoas e rancor, sempre será um peso para nossas vidas e isso apenas nos fará mal. Tente fazer um exercício de relaxamento, meditação, yoga. E sempre que possível fazer uma psicoterapia para trabalhar as questões de negatividade em sua vida.

 

 

DRUNKOREXIA!? O que a psicologia pode nos ensinar sobre esse transtorno!

Já abordamos aqui no site o problema dos Transtornos Alimentares, mas vale a pena salientar um transtorno que é bem parecido com a Anorexia. O que vai diferenciar esses dois transtornos será a motivação.

Na Anorexia o dilema enfrentado é a obsessão por emagrecer, enquanto que na Drunkorexia, percebemos também uma relação com o corpo, mas o foco principal é o prazer que o álcool proporciona.

Hoje em dia está se tornando comum, várias jovens com garrafas de bebidas na mão, fazendo o uso da mesma e achando que isso demonstra liberdade. Existindo uma preocupação em passar uma imagem de independência.

Devido a essa “epidemia” entre os jovens um novo transtorno vem surgindo à tona, a Drunkorexia. Mas o que seria a Drunkorexia?

DRUNK = Embriagada, Bêbado (inglês), e ANOREXIA = Transtorno Alimentar

Ou seja, para ser socialmente aceito, os jovens estão se utilizando de bebidas alcoólicas. Só que aqueles que sofrem de Drunkorexia, costumam beber antes de comer para relaxar ou fazem para baixar a ansiedade de terem tido a “ousadia” de ter comido alguma coisa. Enquanto outros bebem para despistar a fome.

No caso o álcool se torna substituto alimentar “para não engordar, eu bebo”.

O fato é que as bebidas alcoólicas funcionam como uma anestesia para as emoções ruins, principalmente em relação às frustrações com o próprio corpo. Não é qualquer bebida utilizada nesse transtorno, geralmente elas dão preferência aos destilados como vinho, vodca, uísque, etc., pois a cerveja causa a famosa barriguinha e é justamente o oposto que estão procurando.

As principais causas da busca por bebidas são os fatores biopsicossociais. Ou seja, a compulsão pela bebida é o ponto de ligação entre os distúrbios alimentares, nos quais um dos alicerces que reforçam esse problema é a imagem distorcida do corpo, para tentar se enquadrar nos padrões impostos pela sociedade.

Os efeitos que o álcool causa no organismo, dão a falsa sensação de prazer e é isso que estimula os jovens a continuarem buscando essa sensação. Alguns efeitos proporcionados pelo álcool que atraem bastante aos jovens:

  • Sensação de perda de apetite e saciedade;
  • Faz com que a pessoa durma, ao invés de comer;
  • Diminui a ansiedade e dá a sensação de relaxamento;
  • Falsa ideia de diminuir os problemas e as emoções negativas;
  • Ilusão de liberdade e independência.

Estudos do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) indicam que os anoréxicos estariam mais propensos à dependência de álcool, principalmente as mulheres. No caso da drunkorexia, o uso de substâncias como cocaína, crack e anfetaminas também são comuns, pois ajudam a suprir a sensação de fome.

De acordo com o Programa da Mulher Dependente Química (Promud/IPq), 56% das usuárias de álcool ou de drogas que estavam em tratamento tinham algum tipo de transtorno alimentar. Desse percentual, 41% tinham transtorno do comer de modo compulsivo; 30%, bulimia; e 8% eram anoréxicas.

Felizmente essa doença é de fácil descoberta, afinal, a exposição é muito maior, em função da embriaguez que o álcool provoca.

Geralmente o perfil das pessoas que esse transtorno acomete, são mulheres de 25 a 35 anos de idade, que não tinham problemas de peso antes, mas querem se sentir independentes.

O tratamento deve ser feito o mais rápido possível, pois a pessoa vai obtendo a falsa sensação de prazer com a bebida e vai se afundando cada vez mais. O tratamento feito é multidisciplinar, com o acompanhamento de psicólogos, psiquiatras, médicos e nutricionistas.

É provável que a pessoa resista a isso, por não se sentir doente, mas a conversa e a intervenção nesses casos são fundamentais, para salvar a vida da pessoa.

Medo de Dirigir – Um olhar da Psicologia sobre Amaxofobia

Certamente você conhece alguém que mesmo tendo tirado a carteira de motorista (CNH), não consegue tirar o carro da garagem, ou sair com o carro para dirigir. Talvez até dirija, mas sofre demais com o estresse, chegando a suar muito molhando a roupa e tendo que trocá-la ou de tão tenso que fica que acaba por ficar com dores pelo corpo.

Identificou alguém assim? Pois bem esse medo tem nome e se chama Amaxofobia.

A Amaxofobia faz parte dos Transtornos de Ansiedade, sendo classificada como uma Fobia Específica. AMAXO (carro) FOBIA (temor).

Assim como em outros transtornos a Amaxofobia, possui níveis ao qual especificaremos abaixo:

  • NÍVEL LEVE: a pessoa apresenta apenas uma relutância em dirigir, mesmo assim ainda consegue sair com o carro;
  • NÍVEL MODERADO: toleram dirigir, porém com alto nível de estresse;
  • NÍVEL GRAVE: evasão completa de condução e andar como passageiro de um veículo.

De forma geral essas pessoas subestimam as suas próprias habilidades e acreditam que outras pessoas estão observando e avaliando o seu comportamento e erros.
Reconhecem que o medo que sentem é irracional e excessivo.

Algumas pessoas temem situações diversas, no trânsito por isso se utilizam dessas apreensões para não conduzir seus veículos. Para ficar mais fácil a identificação listamos algumas situações temidas:

  • MEDO EM RELAÇÃO À VIA PÚBLICA: como conduzir em rodovias, túneis, pontes, ruas íngremes, intersecção, estacionar, ficar em engarrafamento, mudar de faixa, dirigir em tráfego intenso, dirigir em lugares desconhecidos, ficar perdido;
  • MEDO EM RELAÇÃO AO VEÍCULO: ter problemas mecânicos, um carro mais potente que o seu. Necessidade de dirigir em alta velocidade e de perder o controle na direção;
  • MEDO EM RELAÇÃO ÀS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: como conduzir com chuva, vento, granizo, neblina e a noite;
  • MEDO EM RELAÇÃO AOS ASPECTOS PESSOAIS E SOCIAIS: Como a necessidade de uma reação rápida e inesperada e não conseguir executar essa ação, de atrapalhar o trânsito, sofrer um acidente de trânsito, sofrer uma lesão, ferir alguém, ser criticado por outras pessoas;
  • MEDO EM RELAÇÃO A RECEIOS PSICOLÓGICOS: Sentir muita ansiedade, apresentar uma situação corporal ou mental intensa e desagradável e sofrer um ataque de pânico.

A pessoa com medo de dirigir, assume comportamentos mal adaptativos de segurança, na tentativa de se proteger dos perigos imprevistos de quando dirige.

Sintomas Fisiológicos Intensos e Relatados

  • BATIMENTO CARDIACO ACELERADO;
  • TRÂNSPIRAÇÃO EXCESSIVA;
  • TREMEDEIRA;
  • CALORES OU CALAFRIOS;
  • DORES DE CABEÇA;
  • FORMIGAMENTO NOS MEMBROS (MÃOS E PERNAS).

Sintomas Cognitivos

  • MEDO DE ERRAR;
  • MEDO DE CAUSAR ACIDENTE;
  • MEDO DE PERDER O CONTROLE DA SITUAÇÃO.

Sintomas Psicológicos e Sociais

  • AFLIÇÃO;
  • VERGONHA DAS OUTRAS PESSOAS;
  • VONTADE DE DESISTIR;
  • VONTADE DE CHORAR;
  • DIFICULDADE DE CONCENTRAÇÃO.

A predominância desse medo de direção ocorre nas mulheres, entre a faixa etária dos 35 a 55 anos, geralmente que aprenderam a dirigir tardiamente, entre 20 a 30 anos e resistem buscar tratamento.

O medo de dirigir muitas vezes limita a liberdade da pessoa e a autonomia (principalmente se engloba estar em qualquer veículo automotor).

Prejudica a produtividade. Impacta a autoestima, causando sentimento de frustração e incapacidade e constrangimento social.

Diminui a qualidade de vida, principalmente se estiver associado à comorbidades (depressão, ansiedade e pânico).

Outros quadros associados ao medo de dirigir estão os transtornos, tais como: TRANSTORNO DE ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO, FOBIA SOCIAL, TRANSTORNO DO PÂNICO, AGORAFOBIA E TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO Tipicamente o medo de dirigir não diminui ou se torna assintomático com o tempo, para isso a pessoa necessita de um acompanhamento profissional.

Então não ignore qualquer sintoma que você esteja sentindo, o que para muitos possa parecer “bobagem”, para você pode modificar sua vida.

Entenda, você é um ser único.