Semana Nacional de Trânsito 2017

Um dos temas que abordamos aqui no site e que temos como principal foco, é o trânsito. O trânsito está em nosso dia-a-dia e ele é responsável também por muitos transtornos. Essa semana é comemorada a Semana Nacional de Trânsito, onde uma série de ações são promovidas a fim de promover a segurança, a educação e o bem estar no trânsito.

Notícia publicada originalmente no site http://portaldotransito.com.br por Mariana Czerwonka.

A Semana Nacional de Trânsito é comemorada anualmente entre os dias 18 e 25 de setembro. Este ano o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) definiu como tema a ser trabalhado pelos órgãos do Sistema Nacional de Trânsito e pela comunidade  “Minha escolha faz a diferença no trânsito”, tema que acompanha a evolução das ações de campanha de educação de trânsito do Denatran de anos anteriores, e acompanha as ações da “Década Mundial de Ações Para a Segurança do Trânsito – 2011/2020”. A principal finalidade, segundo o Contran, é conscientizar o cidadão de sua responsabilidade no trânsito, valorizando ações do cotidiano e visando a participação de todos para o alcance da segurança viária.“No trânsito, boas atitudes entre condutores e pedestres têm o poder de promover o respeito e a cidadania. É essencial saber agir corretamente frente às diversas situações do dia a dia no trânsito, reconhecendo e alterando maus hábitos e posturas negativas”, explica Celso Alves Mariano, especialista em trânsito e diretor do Portal.

Prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a Semana Nacional de Trânsito tem a finalidade de conscientizar a sociedade, com vistas à internalização de valores que contribuam para a criação de um ambiente favorável ao atendimento de seu compromisso com a “valorização da vida” focando o desenvolvimento de valores, posturas e atitudes, no sentido de garantir o direito de ir e vir dos cidadãos. “Quem convive diariamente no trânsito precisa empenhar-se para proporcionar um ambiente de qualidade e, mais do que exigir dos outros, deve comprometer-se a fazer a sua parte”, diz Mariano.

Ações

De acordo com o Contran, diferente de anos anteriores em que o tema era trabalhado apenas em setembro, a campanha deverá se estender por todo ano de 2017.

“Não basta trabalhar o tema apenas durante uma semana, é muito importante que a abordagem se estenda durante todo o ano, contribuindo para uma efetiva mudança de comportamento da população”, finaliza Mariano.

No Portal do Trânsito você poderá acompanhar a programação da Semana Nacional de Trânsito nas principais capitais brasileiras.

Veja outras notícias sobre o tema no Portal do Trânsito:

Educação para o Trânsito: De quem é a responsabilidade?

Contran define tema a ser trabalhado durante todo o ano e não só na Semana de Trânsito

 

 

 

Quase Sem Querer – TDAH através da música do Legião Urbana

Essa música do Legião Urbana expressa muito do TDAH, vale a pena ouvir com essa atenção. Abaixo colocamos a letra para que possa acompanhar sem perder nenhum detalhe.

Quase Sem Querer

Tenho andado distraído
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso
Só que agora é diferente
Estou tão tranquilo e tão contente

Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava provar nada pra ninguém

Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia

Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira

Mas não sou mais tão criança
A ponto de saber tudo

Já não me preocupo se eu não sei por quê
Às vezes o que eu vejo quase ninguém vê
E eu sei que você sabe quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você

Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos

Sei que às vezes uso
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?

Me disseram que você
Estava chorando
E foi então que percebi
Como lhe quero tanto

Já não me preocupo se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo quase ninguém vê
E eu sei que você sabe quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você

Dicas para conviver com o TDAH

Sabemos que o TDAH, não é um transtorno exclusivo de crianças, ele pode se estender até a vida adulta, caso não seja tratado na infância. E quando acomete os adultos, fica difícil manter uma vida saudável, tanto pessoal, quanto no trabalho e social. As mudanças de comportamento e a dificuldade de seguir regras prejudicam o convívio de adultos com TDAH com outras pessoas. “Eles são normalmente mais mandões e não conseguem cumprir acordos, o que dificulta relacionamentos longos”, diz Evelyn Vinocur. De acordo com a Associação Brasileira de Déficit de Atenção, aproximadamente 25% dos adultos com TDAH podem ter sérios problemas de conduta antissocial. “O convívio com outras pessoas é bastante desgastante para esses pacientes, que costumam se sentir isolados e solitários, abrindo espaço para a depressão”. (Já falamos aqui no site também sobre depressão, clique aqui e veja mais) Por essa razão estabelecemos algumas dicas para auxiliar a minimizar os efeitos do déficit de atenção e hiperatividade. Em primeiro lugar, devem-se criar regras simples e objetivas, pois regras muito extensas faz com que a pessoa que possui TDAH se disperse do foco.

Veja outro artigo em nosso site onde falamos sobre Transtorno de Déficit de Atenção, Hiperatividade e Impulsividade – TDAH

1 – Mantenha seu cérebro organizado

Se você se distrai constantemente com pensamentos persistentes enquanto tenta estudar ou trabalhar, escreva seus objetivos em um papel. Isso vai te ajudar a manter o foco no que você deveria estar fazendo. Não em uma pasta do seu computador, ou em algum lugar da sua agenda. Você precisa mantê-la no seu campo visual todo o tempo para ajudá-lo a manter o foco e realizar as atividades do dia-a-dia.

Para auxiliar na organização, mantenha uma rotina. Alguns procedimentos simples podem ser tomados para diminuir o estresse e as alterações de humor da pessoa com TDAH.

  • Se Movimente – Exercícios são indicados para todos em geral, porém as pessoas que tem TDAH podem se beneficiar ainda mais. Alivia o estresse, melhora o humor, acalma a mente e ainda ajuda a gastar o excesso de energia que as pessoas com TDAH têm.
  • Durma bastante – e durma bem! Poucas horas de sono aumentam os sintomas do TDAH, diminuindo a capacidade de manter o foco durante dia. Para isso, evite tomar cafeína antes de dormir, mantenha uma rotina à noite e evite exercícios por até uma hora antes de ir dormir. Desacelere seu cérebro, prepare um ambiente propício para o sono, coloque uma música calma, e apague as luzes, isso facilita na desaceleração e ajuda a ter uma noite saudável de sono. Um chá calmante antes de dormir, será bem – vindo.
  • Alimentação correta – Comer bem ajuda a diminuir a distração, hiperatividade e os níveis de estresse. Pequenas porções durante o dia, ingerir pouco açúcar, menos carboidrato e mais proteínas podem ajudar a reduzir os sintomas do TDAH.
  • Não deixe nada para depois – Para evitar os “esquecimentos” constantes e desordens comuns em adultos com TDAH, faça o que tiver que ser feito na hora. Evite ao máximo deixa para depois, tarefas como: responder e-mails, organizar a bagunça, retornar uma ligação, preparar uma apresentação. Não podem ser deixados para o dia seguinte.

2 – Aprendendo a administrar o tempo organizando-se

Como os adultos com TDAH tem uma percepção diferenciada do tempo, eles costumam perder prazos, tarefas, horários. Sempre acreditam que ainda tem tempo para realizar as tarefas, enquanto que na verdade não tem.

  • Antecipe-se – Programe-se. Adiante o relógio uns 5 ou 10 minutos. Assim se você se atrasar, ainda terá um tempinho para concluir a tarefa. Use alarmes, e anote seus compromissos com alguns minutos de antecedência. Utilize o computador e celular ao seu favor, colocando dispositivos para lembrar-se de sua tarefa.
  • Defina prioridades – Defina as suas tarefas mais importantes do dia e depois as com menor importância. Procure etiquetar suas coisas, assim a organização fica mais fácil. Crie compartimentos para seus documentos em, isso lembrará você de colocar cada coisa no seu lugar.
  • Evite distrações na sua rotina – Escolha um melhor lugar para realizar suas tarefas, de preferência silencioso e que não possua muitas distrações. Dê preferência a um ambiente longe de janelas ou ruídos. Se você precisa usar o computador na escola ou no trabalho, coloque um dispositivo que bloqueie o acesso aos seus sites favoritos, assim fica mais fácil evitar a distração. Procure manter o seu local de trabalho/estudo organizado e limpo. Caso trabalhe em casa, desligue rádios, celulares e televisores, é muito fácil se distrair com eles.
  • Às vezes dizer não é preciso – A impulsividade no adulto com TDAH pode fazer com que ele aceite executar muitos projetos ou compromissos de uma só vez sem uma avaliação prévia e ponderada das suas capacidades e, consequentemente, não consiga finalizar nenhum. Isto gera sentimentos de frustração, baixa autoestima e incompetência. Não se prejudique.

3 – Não se sabotem

  • Use seu hiper foco ao seu favor – Se você estiver totalmente concentrado e imerso em um projeto, não interrompa o fluxo. Há momentos em que imergir completamente em uma tarefa é um ponto positivo.
  • Surgiu uma ideia – Assim que você tiver uma ideia anote-a. é muito fácil você pensar em outra coisa e a ideia sumir e ser esquecida. Por isso é importante você sempre ter um caderno, ou bloquinho de papel e caneta, para anotar suas ideias.
  • Conte com quem te ama – Amigos e familiares sempre é bom ter por perto, pois eles lembrarão você de fazer suas tarefas. E te apoiaram em suas dificuldades.
  • Presenteie-se – Crie o hábito de todas as vezes que finalizar uma tarefa ou um projeto, premiar-se. Quanto maior o projeto, maior a premiação.

Lembrem-se, essas são algumas dicas para se ter um bom convívio com o transtorno, o que não substitui a psicoterapia e a medicação. Então, procure sempre um psicólogo, ele é o profissional que o ajudará a lidar com os problemas causados no dia – a dia.

Referências:
ABDA – Associação Brasileira de Déficit de Atenção
Supera TDAH

O Suicídio e seus Mitos

O suicídio é cercado de muitas perguntas, mitos e verdades. Diante disso resolvemos citar alguns mitos sobre o suicídio.

  1. Quem quer se matar não avisa. MITO
    O fato é que pessoas que pensam no suicídio, normalmente, comunicam direta ou indiretamente que querem morrer. São dicas muitas vezes sutis, pedidos de socorro que fica nas entrelinhas dos discursos ou atitudes.

  2. Perguntar sobre suicídio pode induzir a pessoa a isso. MITO
    Conversar com a pessoa, não a induzirá ao suicídio, desde que a conversa seja de forma acolhedora e sensata, sem julgamentos ou pré-conceitos.

  3. Devo dizer que tudo vai ficar bem. MITO
    Na realidade, pessoas com ideias suicidas, precisam de um acompanhamento profissional, seja ele de um psicólogo ou psiquiatra, ou muitas vezes em conjunto. Pois a ameaça suicida precisa ser levada a sério.
  4. Só pessoas com distúrbios emocionais cometem suicídio. MITO
    O que leva a pessoa a ter ideias suicidas são inúmeros fatores, não necessariamente um distúrbio emocional. As pessoas que possuem um distúrbio emocional encontram-se no grupo de risco, mas isso não significa que todos que possuem distúrbios emocionais, têm ideias suicidas. Quando a pessoa apresenta esse tipo de pensamento, é porque se encontra em um estado de sofrimento profundo, buscando uma saída para essa dor.

  5. Quando a pessoa fala que não tem mais razão para viver, devo mostrar que tem outras pessoas que sofrem mais que ela. MITO
    O que devemos fazer no primeiro momento é tentar ouvir e acolher a pessoa, demonstrando respeito pelo sofrimento dela, pois fazer comparações muitas vezes não vai ajudar e pode até causar mais angústia. O ouvir sem críticas e julgamento é a melhor coisa a se fazer e se possível encaminhá-la para uma ajuda profissional.

Sendo assim concluímos que, a ameaça de suicídio deve sempre ser levada a sério, pois a pessoa que pensa de maneira drástica e vê a morte como o único recurso está em extremo sofrimento e precisa de ajuda.

Referências: Neris, Angélica –  Psicologia do Brasil.

A Dor e as Emoções – Um olhar da Psicologia

Os padrões emocionais condicionam nossa estrutura

Pescoço: Inflexibilidade, teimosia, não querer ver outros pontos de vista.

Ombros: representam a habilidade para viver nossas experiências de uma maneira feliz. Fazemos da vida uma carga por causa de nossa atitude.

Coluna: representa o suporte da vida.

Superior: falta de apoio.

Média: culpa, ancorado no passado.

Inferior: medo por dinheiro. Falta de suporte material.

Cotovelo: representa a mudança de direção e a aceitação de novas experiências.

Punho: representam o movimento, a tranquilidade e a simplicidade.

Quadris: Medo de ir além das decisões importantes.

Joelho: Teimosia no orgulho e no ego. Medo, inflexibilidade, esgotamento.

Tornozelo: Inflexibilidade e sentimento de culpa. Representam a habilidade para receber prazer.

Joanetes: falta de alegria ao viver as experiências da vida.

Nosso corpo é o reflexo de nossa alma.

Artrite: Ressentimento, crítica, não se sentir amado.

Fraturas: Rebeldia contra a autoridade.

Bursite: Ira reprimida.

Inflamação: medo, pensamentos inflamados, braveza.

Dor nas articulações: representam as mudanças na direção da vida e sua aceitação.

Perda de equilíbrio: pensamentos dispersos, falta de concentração.

Ciática: Medo pelo dinheiro e pelo futuro.

Hérnia de disco: indecisão, sensação de que a vida não nos apoia.

Distensão: resistência às mudanças.

Fraqueza: necessidade de descanso mental

 

Ansiedade, e agora?

Considerada por muitos como o mal do século, a Ansiedade pode ser definida por muitos outros termos no dicionário, mas na prática, só quem sente de verdade esse mal pode traduzir o quão ruim é.

Suar, tremer, gaguejar… enfim, todos os sentimentos piores do ser humano ficam a flor da pele quando ele está sofrendo com a ansiedade. Entretanto, muitas pessoas acabam confundindo com os sintomas da Depressão (inclusive já descrito aqui no site), uma coisa totalmente distinta.

Ansiedade: “Se refere a um estado emocional vivenciado com a qualidade subjetiva do MEDO ou da emoção a ela relacionada, desagradável, dirigida para o futuro, desproporcional, a uma ameaça reconhecível com desconforto somático subjetivo e alterações somáticas manifestas” (LEWIS,1997)”.

É absolutamente normal, você ficar ansioso com algo novo em sua vida. Afinal, toda mudança provoca ansiedade. Na criança, poderíamos citar mudança de escola, no adulto, um emprego novo, uma proposta a ser apresentado para a diretoria, um cargo novo. Ou seja, a ansiedade sempre aparece com o medo de algo que vai acontecer. Por isso a ligação entre ansiedade e medo.

Toda a adrenalina liberada durante o período de ansiedade, muitas vezes, é o que faz o ser humano enfrentar as situações novas.
Esse lado da Ansiedade é o lado positivo, pois ele vem e passa. Porém existem aquelas pessoas que precisam conviver com a ansiedade diariamente, e é aí que a coisa fica séria e onde se desenvolve o Transtorno.

Pessoas que convivem com o Transtorno de Ansiedade, geralmente tendem a compensar essa ansiedade em algumas coisas, mais acessíveis, pois precisam descarregar essa adrenalina de alguma forma. É onde encontramos muitos relatos de pessoas falando que engordam porque são ansiosas, que fumam porque em momentos de ansiedade é o que as acalmam e por aí vai… Mas será que essa é a solução para a ansiedade, ou o alívio?

Um exemplo de ansiedade que atrapalha na rotina da pessoa ocorre com alguns motoristas, à ansiedade é tão grande que não conseguem dirigir. Mesmo depois de terem tirado a carteira de habilitação desenvolvem assim a AMAXOFOBIA, ou seja, o medo de dirigir. Que iremos tratar em um próximo tópico.

Por isso dizemos que a ansiedade nunca vem sozinha, sempre está atrelada a outro transtorno.

A seguir iremos apresentar os sintomas psicológicos e manifestações físicas que a ansiedade pode provocar na pessoa.
Aqui vamos falar da Ansiedade de uma forma geral. O Transtorno de Ansiedade Generalizado. (TAG)

Sintomas Físicos de Ansiedade

  • Sudorese (suor excessivo);
  • Tonturas ou sensação de desmaios;
  • Falta de Ar ou respiração ofegante;
  • Arritmia Cardíaca (coração acelerado);
  • Dor no peito;
  • Irritabilidade;
  • Dificuldade em dormir ou insônia;
  • Diarreia ou Constipação;
  • Tensão Muscular;
  • Tremores na fala

Estes são alguns dos sintomas físicos apresentados pela pessoa que sofre com a ansiedade.

Sintomas Psicológicos da Ansiedade

  • Nervosismo;
  • Dificuldade de Concentração;
  • Preocupação exagerada em relação à realidade;
  • Medo constante;
  • Agitação das mãos e pernas, inconscientemente;
  • Descontrole dos pensamentos.

Esses são sintomas de Ansiedade Generalizada, apresentando 3 ou mais desses sintomas durante 6 meses ou mais, é um forte indício que você esteja com um Transtorno de Ansiedade Generalizada.
Junto com a Ansiedade, a pessoa pode desenvolver outras patologias associadas.

A ansiedade não é exclusiva de pessoas adultas, ela também afeta as crianças, principalmente em idade escolar, podendo levar muitas vezes a FOBIA ESCOLAR ou atualmente como é conhecida ANSIEDADE DE SEPARAÇÃO.

Sintomas Psicológicos da Ansiedade de Separação

  • Relutância ou Recusa em ir para a escola;
  • Temor em ficar sozinha (o);
  • Pesadelos ou insônia;
  • Medo de um possível evento indesejável.

Sintomas Físicos da Ansiedade de Separação

  • Cefaleia (dor de cabeça);
  • Dor epigástrica (dor de barriga);
  • Náuseas

Para ser considerada Ansiedade de Separação, a criança deve apresentar esses sintomas, ou a maioria deles por pelo menos um mês.

Ocasionando prejuízo funcional social e acadêmico. Demonstrando uma preocupação excessiva com a figura materna, temendo que algo de ruim possa acontecer com a mãe ou até mesmo que ela (a criança) possa perde – lá.

O indivíduo pode ter uma vida normal, desde que faça um tratamento para manter a ansiedade controlada. O tratamento é medicamentoso associado à psicoterapia. Por isso sempre é bom procurar um profissional para estar orientando nesses momentos.

Referências Bibliográficas – CURÁTOLO, E. & ASSUMPÇÃO Jr., F.B. – Psiquiatria Infantil: Guia prático – Ed. Manole 2004

CURY, AUGUSTO – Ansiedade – Ed. Benvirá 2017